A canção de amor e de morte do porta-estandarte Cristóvão Rilke – Parte III

O DE LANGUENAU vira-se na sela e diz: “Senhor Marquês…”.
Seu vizinho, o pequeno, delicado francês, a princípio falara e rira três dias inteiros. Agora não sabe mais nada. Está como uma criança que quisesse dormir. Há poeira pousada na sua fina gola branca de renda. Não repara nisso. Descai lentamente na sela de veludo…
Mas o de Languenau sorri e diz: “Tendes uns olhos estranhos, Senhor Marquês… Certamente, sois parecido com vossa mãe…”.
Então, o francesinho torna a reanimar-se, e sacode a poeira da gola, e é como novo.

1 Comentário

  1. Bia disse,

    Julho 30, 2007 às 12:21 pm

    ….???

    tá precisando desenhar pra mim! :(


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